
A 21 MOSTRA DO FILME LIVRE, QUE OCUPOU O CCBB BRASILIA EM DEZEMBRO ANUNCIA PREMIADOS
Filme do DF entre os laureados
O prêmio Destaque MFL será dado ao escritor e xamã Davi Kopenawa, pela participação em 5 filmes e para o filme “Não existe almoço grátis” de Marcos Nepomuceno e Pedro Charbel.
Os filmes premiados pelo público da MFL online são:
ARRIMO, de Rogério Borges, com 489 votos
JACU, de Ramon Batista Neves, com 475 votos
STAVO, de Charles Morais, com 455 votos
SÉRIE AION, de Fabio Bola e Alex Hamburguer, com 415 votos
LA CARAMELLA, de Gian Orsini, com 414 votos
O prêmio Destaque da curadoria MFL será dado aos filmes:
AQUELE QUE VIU O ABISMO, de Gregorio Gananian e Negro leo
“Ensaio delirante que envolve o espectador num fluxo de consciência helicoidal, explorando à máxima potência a sobreposição de camadas paralelas de imagem, som e texto para a construção narrativa enquanto a voz da personagem ecoa à beira do abismo existencial: a humanidade falhou com os desajustados.”
HABITO, de Fernando Santos
“Habitar o cinema pela primeira vez, como realizador, é para Fernando Santos uma forma de alimentar a trajetória. Uma trajetória que se constrói entre o desejo de outros mundos e o que ficou em casa. Com o encantamento das histórias fantásticas que fazem parte do seu repertório, o filme traz o cotidiano de quem deseja habitar o cinema, um hábito alimentado pelas ações cotidianas partilhadas com sua mãe, com a descoberta do cinema brasileiro e da possibilidade de fazer cinema no Brasil, em Alagoas, em Cachoeira, na primeira pessoa. Habito é um filme de abertura de caminhos a partir de referências próprias, com o calor e o encantamento de fazer do cinema, morada.”
CEMITÉRIO VERDE, de Mauricio Chades
“Um filme ímpar, a mesclar memórias em planos transpassados de sussurros audiovisuais familiares ao autor e seus entes passados, trazidos à tela na composição de um pequeno jardim amoroso a representar todo o planeta que somos. A crua e cruel beleza da mãe natureza e da mãe humana, em ação por entre suas dádivas, seus desejos e, naturalmente, seus vermes, a literalmente mostrar a potência expandida da vida quando se torna arte.”
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